(Devocional) O meu coração está ferido – Sl. 102:1-11

Terça-feira, 6 de Outubro de 2015

Leitura Bíblica Diária: Salmos 101-1055

O meu coração está ferido

“Senhor, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor. Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia, inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa. Porque os meus dias se consomem como fumo, e os meus ossos ardem como lenha. O meu coração está ferido e seco como a erva, pelo que, até me esqueço de comer o meu pão. Já os meus ossos se pegam à minha pele, em virtude do meu gemer doloroso. Sou semelhante ao pelicano no deserto: sou como um mocho nas solidões. Velo, e sou como o pardal solitário no telhado. Os meus inimigos me afrontam todo o dia: os que contra mim se enfurecem, me amaldiçoam. Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lágrimas a minha bebida, Por causa da tua ira e da tua indignação, pois tu me levantaste e me arremessaste. Os meus dias são como a sombra que declina, e como a erva me vou secando.”

Salmo 102:1-11

Não há dúvida que esta primeira metade deste salmo reflecte um momento de angústia verdadeira por parte do salmista. Não sabemos exactamente as razões do sofrimento aqui relatado, mas conseguimos perceber que o mesmo era real e profundo. A Bíblia é um livro verdadeiro que fala à vida que todos vivemos. Não é verdade que a vida, mesmo aquela vivida na presença do Senhor, é sempre um mar de rosas. A vida com Deus não significa ausência de problemas, mas sim vitória sobre os mesmos. Ter comunhão com Deus não mantém todos os problemas longe, mas a presença de Deus connosco no meio da tempestada faz toda a diferença. Nesta passagem o salmista está seguro de que mesmo os períodos de maior tribulação são permitidos por Deus. Mesmo quando não entendemos o que se passa, Deus continua a ser justo, e recto e bom. Ele está no Seu trono e nada acontece que Ele não queira ou por acaso. Outra das coisas que vemos aqui é o facto de os descrentes se alegrarem com os problemas daqueles que servem a Deus. Apesar de isso aumentar ainda mais a nossa dor (principalmente quando vem de pessoas que amamos), temos de estar preparados para isso. Quem rejeita o amor de Deus, vendo as Suas bênçãos na nossa vida, jamais compreenderá a presença de Deus na vida do crente que sofre. O desdém de quem não entende jamais pode apagar esta verdade preciosa – Deus nunca está longe. Por vezes pode parecer que sim, mas os olhos do nosso Pai amoroso estão sempre a velar por nós.

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(Devocional) O reino do Filho – Cl. 1:12-29

Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015

Leitura Bíblica Diária: Colossenses 1-4

O reino do Filho

5

“Dando graças ao Pai, que nos fez idóneos para participar da herança dos santos na luz; O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; O qual é a imagem do Deus invisível, o primogénito de toda a criação; Porque nele foram criadas todas as coisas que há, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele; E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele; E ele é a cabeça do corpo da igreja, é o princípio e o primogénito de entre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, E que, havendo por ele feito a paz, pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. A vós, também, que noutro tempo éreis estranhos e inimigos no entendimento, pelas vossas obras más, agora, contudo, vos reconciliou No corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda a criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro. Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja; Da qual eu estou feito ministro, segundo a dispensação de Deus, que me foi concedida para convosco, para cumprir a palavra de Deus; O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos; Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória; A quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem, em toda a sabedoria, para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo; E para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia, que obra em mim poderosamente.”

Colossenses 1:12-29

Este texto oferece-nos alguns pensamentos importantes sobre o Céu. Em primeiro lugar, o Céu não é apenas um lugar onde estamos seguros da condenação que o nosso pecado merece. O lugar onde a glória de Deus habita não se define pela negativa. O Céu é um lugar de luz. Este lugar, que é a herança daqueles que são santificados por Jesus é tão maravilhoso que lá a gratidão será algo natural. O apóstolo encoraja os salvos a viverem nesta vida com a gratidão que inevitavelmente terão na eternidade. Isso faz ainda mais sentido quando somos lembrados que, se estivermos em Cristo, a verdade é que já habitamos neste precioso lugar. A vida que agora temos é a vida de Cristo e o Céu é onde Ele está. Isso deve ajudar-nos a viver de forma digna à nossa realidade. Como sabemos tudo isso? Por causa de quem o nosso Salvador é. Ele não é um líder religioso humano. Jesus é o eterno Deus, criador de todas as coisas. Os que esperam Nele estão seguros. Outra coisa que aprendemos sobre o Céu nesta passagem é que o Céu é o lugar de todos os crentes, independentemente da qualquer nacionalidade ou religião. Em Cristo somos conhecidos e aceites por Deus, quer sejamos judeus, ou gentios. Recebemos neste mundo, como ilustração perfeita desta realidade a instituição da igreja. A igreja, da qual Cristo é cabeça, é um organismo composto por pessoas de qualquer origem, que estão a ser santificados por Cristo de forma igual. Assim é o Céu. Este é o reino do Filho. Estar em Cristo é fazer parte deste reino perfeito. Somos, então desafiados a ter a certeza que estamos em Cristo, a viver dignamente da nossa posição Nele e a aceitarmos a vida dele em nós até chegarmos à Sua presença.

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(Devocional) Dizei – Sl. 96:10-13

Domingo, 4 de Outubro de 2015

Leitura Bíblica Diária: Salmos 96-1005

Dizei

“Dizei entre as nações: O Senhor reina; o mundo, também, se firmará, para que se não abale; ele julgará os povos com rectidão. Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra: brame o mar e a sua plenitude. Alegre-se o campo, com tudo o que há nele: então se regozijarão todas as árvores do bosque, Ante a face do Senhor, porque vem, porque vem a julgar a terra: julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.”

Salmo 96:10-13

A verdade é que o Senhor reina sobre todas as coisas independentemente do que alguém acredita ou faz. Também é verdade que a mensagem poderosa do amor e do poder deste grande Deus irá chegar a todas as nações. Mesmo que não seja através de mim. Uma das verdades importantes desta passagem é que o Senhor julgará o mundo com justiça. Ou seja, na eternidade ninguém poderá acusar Deus de ser injusto. Todos ouvirão. Ninguém terá desculpa para a sua rejeição. Assim sendo, poderíamos pensar que, se todos ouvirão, então não temos de falar. Mas aquele que pensa assim está errado. Este salmo, escrito há mil anos acusa-o. O Senhor deseja que falemos. Nunca a Palavra nos diz para apenas vivermos o evangelho. Temos de comunicar verbalmente o evangelho. Reparem nas verdades específicas que aqui são ditas sobre Deus. Devemos aproveitar todas as oportunidades para falar do poder de Deus, da Sua justiça, do juízo iminente sobre toda a terra e da volta inadiável do Senhor Jesus. Este salmo também fala de alegria (v. 11). A nossa alegria deve estar em servir fielmente a este tão grande Deus. Temos de nos acautelar para não formarmos outros deuses como fonte da nossa alegria. Seria muito grave se falássemos do Deus verdadeiro, mas os nossos corações estivessem a servir um qualquer outro deus feito por mãos humanas.

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(Devocional) O novo templo – Ez. 41:1-11


Sábado, 3 de Outubro de 2015

Leitura Bíblica Diária: Ezequiel 41-455

O novo templo

“Então me levou ao templo e mediu os pilares, seis côvados de largura de uma banda e seis côvados de largura da outra, que era a largura do tabernáculo. E a largura da entrada, dez côvados; e os lados da entrada, cinco côvados de uma banda e cinco côvados da outra: também mediu o seu comprimento, de quarenta côvados, e a largura, de vinte côvados. E entrou dentro, e mediu o pilar da entrada, dois côvados, e a entrada, seis côvados, e a largura da entrada, sete côvados. Também mediu o seu comprimento, vinte côvados, e a largura, vinte côvados, diante do templo, e me disse: Esta é a Santidade das Santidades. E mediu a parede do templo, seis côvados, e a largura das câmaras laterais, quatro côvados, por todo o redor do templo. E as câmaras laterais, câmara sobre câmara, eram trinta e três por ordem, e entravam na parede que tocava no templo pelas câmaras laterais em redor, para se susterem nelas, porque não travavam da parede do templo. E havia maior largura e volta nas câmaras laterais para cima, porque o caracol do templo subia muito alto por todo o redor do templo, por isso que o templo tinha mais largura para cima; e assim, da câmara baixa se subia à mais alta pelo meio. E olhei para a altura do templo em redor: e eram os fundamentos das câmaras laterais da medida de uma cana inteira, seis côvados grandes. A grossura da parede das câmaras laterais de fora era de cinco côvados; e o que foi deixado vazio era o lugar das câmaras laterais, que estavam junto ao templo. E entre as câmaras havia a largura de vinte côvados, por todo o redor do templo. E as entradas das câmaras laterais estavam voltadas para o lugar vazio: uma entrada para o caminho do norte, e outra entrada para o do sul: e a largura do lugar vazio era de cinco côvados em redor.”

Ezequiel 41:1-11

Ezequiel é um livro único é ocupa um lugar importante nas Escrituras. Mais uma vez vemos que não existe sequer uma palavras que esteja na Bíblia por acaso. Toda a Escritura é proveitosa. Estamos na secção de Ezequiel na qual vemos a descrição do Templo do Milénio. Este templo será construído para ser o centro da adoração a Deus durante os mil anos de reinado de Jesus em Jerusalém. Temos, nestes capítulos, a descrição pormenorizada de como será esse templo. Nesta passagem, Ezequiel é convidado a entrar pela porta, até ao santuário. Convertendo as medidas, verificamos que as portas principais do templo, que davam para um átrio de entrada, tinham 7,5 metros de largura. Depois, a entrada para o lugar santo tinha 5 metros de largura. Finalmente, a entrada para o lugar santíssimo, tinha 3 metros de largura. Isto pode ser um símbolo para o facto de que, apesar de todos serem convidados a vir até à presença de Deus (portas largas), a verdade é que apenas alguns aceitarão o convite (portas estreitas). Apesar de muitos pensarem que vão entrar, apenas os que tiverem Cristo, têm entrada no céu. Isto também se vê pelo facto de que, apesar de ter entrado no santuário, Ezequiel não pôde entrar no lugar santíssimo. Foi o anjo que o mediu e lhe disse as medidas (v. 3). Ou seja, a presença de Deus é um lugar especial. É Deus que abre o caminho para que possamos entrar. Podemos achar pouco haver apenas uma entrada, mas ainda bem que ela existe.

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(Devocional) Abençoado sem saber – 1Re. 15:1-8


Sexta-feira, 2 de Outubro de 2015

Leitura Bíblica Diária: I Reis 11-15

Abençoado sem saber

“E no décimo oitavo ano do rei Jeroboão, filho de Nebat, Abião começou a reinar sobre Judá. E três anos reinou em Jerusalém: e era o nome da sua mãe Maaca, filha de Abisalom. E andou em todos os pecados que seu pai tinha cometido antes dele: e seu coração não foi perfeito, para com o Senhor, seu Deus, como o coração de David, seu pai. Mas, por amor de David, o Senhor lhe deu uma lâmpada, em Jerusalém, levantando a seu filho, depois dele, e confirmando a Jerusalém. Porquanto David tinha feito o que parecia recto aos olhos do Senhor, e não se tinha desviado de tudo o que lhe ordenara em todos os dias da sua vida, senão só no negócio de Urias, o heteu. E houve guerra entre Roboão e Jeroboão, todos os dias da sua vida. Quanto ao mais dos sucessos de Abião, e a tudo quanto fez, porventura não está escrito no livro das crónicas dos reis de Judá? Também houve guerra entre Abião e Jeroboão. E Abião dormiu com seus pais, e o sepultaram na cidade de David; e Asa, seu filho, reinou em seu lugar.”

I Reis 15:1-8

Esta passagem trata do reinado do rei Abias sobre Judá. Mesmo tendo o testemunho dos seus antepassados, Abias tem um reinado marcado pela infidelidade (v. 3). É importante aprendermos aqui o que é infidelidade e como ela começa. A Bíblia descreve aqui a infidelidade como sendo um coração que não é perfeito para com Deus. Assim sendo, qualquer desobediência ou afastamento do caminho de Deus, começa no coração. Devemos guardar o nosso coração do mal. A pior das acções contra Deus, começa no coração. No entanto, o reinado de Abias é abençoado por causa da fidelidade de David (v. 4). Devemos dar valor às pessoas fiéis a Deus que nos rodeiam. Muitas vezes somos abençoados e protegidos por causa das suas orações e vida de obediência a Deus. Que pessoas fiéis já teve, ou tem, na sua vida? Porque não agradecer mais a Deus por essas boas influências na sua vida? Ainda bem que Deus continuava fiel à sua promessa a David. É devido à fidelidade de David que Jesus, descendente de David, veio para ser o nosso Salvador. Temos um Deus de confiança que cumpriu a Sua promessa a David, seu servo. O reinado de Abias foi marcado por guerras (v. 7). Podemos dizer que a falta de paz é uma consequência da desobediência. Quando não andamos com Deus, com um coração sincero, não teremos paz nas nossas vidas. Devemos seguir a Deus porque isso está certo, não por interesse. No entanto, amemos a paz, sigamos o Príncipe da paz!

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(Devocional) Participantes – Fp. 1:7-8



Quinta-feira, 1 de Outubro de 2015

Leitura Bíblica Diária: Filipenses 1-45

Participantes

 “Como tenho por justo sentir isto de vós todos, porque vos retenho no meu coração, pois todos vós fostes participantes da minha graça, tanto nas minhas prisões como na minha defesa e confirmação do evangelho. Porque Deus me é testemunha das saudades que de todos vós tenho, em entranhável afeição de Jesus Cristo.”

Filipenses 1:7-8

Paulo continua o seu elogio dos crentes desta igreja. A igreja de Filipos é uma igreja importante para o ministério missionário de Paulo. É óbvio nestas palavras o sentimento de afeição e amor pessoais de Paulo por estes crentes. No entanto, o relacionamento deles tem uma outra dimensão que é muito importante. Eles são participantes da graça de Deus derramada sobre a vida de Paulo. Isto é verdade pois a igreja de Filipos apoia financeiramente o trabalho missionário de Paulo. Os crentes de Filipos estão presentes quer nos os dias de tribulação, por exemplo as prisões (Paulo escreve esta carta estando encarcerado), como os dias gloriosos de defesa e confirmação da mensagem do evangelho. Isto faz com que a vida do missionário até aos dias de hoje seja uma vida de enorme responsabilidade. Todos os que apoiam o ministério do missionário têm com ele um relacionamento profundo de identificação e o missionário deve isto em conta em tudo o que faz. Os missionários não devem fazer os seus apoiantes participar em nada que não seja da vontade de Deus. Também quem apoia missões, ou simplesmente é membro de uma igreja que o faz, deve entender que apoiar missões é muito mais do que um relacionamento financeiro. Quem apoia missões participa de forma íntima de cada momento da caminhada do missionário com Deus. Por tudo isto, Paulo deseja amá-los não apenas com o seu amor. Paulo ama-os com o amor de Cristo. Que a nossa vida seja a vida de Cristo em nós.  

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(Devocional) A vitória do aflito – Sl. 6:8-10

Sexta-feira, 31 de Julho

Leitura Bíblica Diária: Salmos 6-105

A vitória do aflito

“Apartai-vos de mim, todos os que praticais a iniquidade; porque o Senhor já ouviu a voz do meu lamento. O Senhor já ouviu a minha súplica; o Senhor aceitará a minha oração. Envergonhem-se e perturbem-se todos os meus inimigos; tornem atrás e envergonhem-se num momento.”

Salmo 6:8-10

Tal como existem várias formas de comunicação, também a oração toma diversas formas. Pela oração o homem comunica com Deus. Por vezes, o crente sente a necessidade de oferecer a Deus um simples pensamento de gratidão. No entanto, outras vezes a oração é um exercício complexo, difícil e angustiante. É o caso deste salmo. O salmista toma consciência do seu pecado e quer obter vitória sobre o mesmo. Quando ele começa a sua oração ele está disposto a permanecer diante da face do Senhor até obter a sua vitória. Isto é diferente daqueles que exigem tudo de forma imediata. Quando estes oram, muitas vezes fazem-no exibindo o seu orgulho e saem sem terem obtido o necessário desfecho. Porque acreditou no Senhor e no poder Dele em lhe dar poder sobre o pecado que abominava, o salmista obteve a sua vitória. Agora ele pede a todos os que continuam a viver longe de Deus, que o querem influenciar a abandonar as suas recentes decisões de justiça, que se afastem. Aquele que recebe, pelo poder da cruz de Cristo, vitória sobre os seus pecados, deve persistir em viver na vontade de Deus. A vergonha que o salmista menciona é a vergonha do pecador sem Cristo. A vida de santificação do crente não é vivida por alguém que quer provar que é melhor do que os outros. A vida de santificação e vitória do crente deve ser vivida para trazer outros para os caminhos da justiça.  o c﷽﷽﷽﷽﷽﷽tiante. as vezes a oraçvezes, o crente sente a necessidade de oferecer a Deus um simpls s Ele viva em nsido deixado. P

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(Devocional) Consequências do pecado – Jz. 21:16-25

Quinta-feira, 30 de Julho

Leitura Bíblica Diária: Juizes 21

Consequências do pecado

“E disseram os anciãos do ajuntamento: Que faremos, acerca de mulheres, para os que ficaram de resto, pois estão destruídas as mulheres de Benjamim? Disseram mais: A herança dos que ficaram de resto é de Benjamim, e nenhuma tribo de Israel deve ser destruída. Porém, nós não lhes poderemos dar mulheres, das nossas filhas, porque os filhos de Israel juraram, dizendo: Maldito aquele que der mulher aos benjamitas. Então disseram: Eis que, de ano em ano, há solenidade do Senhor em Silo, que se celebra para o norte de Betel, da banda do nascente do sol, pelo caminho alto que sobe de Betel a Siquém, e para o sul de Lebona. E mandaram aos filhos de Benjamim, dizendo: Ide, e emboscai-vos nas vinhas, E olhai, e eis aí, saindo as filhas de Silo a dançar em ranchos, saí vós das vinhas, e arrebatai cada um sua mulher, das filhas de Silo, e ide-vos à terra de Benjamim. E será que, quando os seus pais ou os seus irmãos vierem a litigar connosco, nós lhes diremos: Por amor de nós, tende compaixão deles, pois nesta guerra não tomámos mulheres para cada um deles; porque não lhas destes vós, para que agora ficásseis culpados. E os filhos de Benjamim o fizeram assim, e levaram mulheres, conforme ao número deles, das que arrebataram dos ranchos que dançavam; e foram-se, e voltaram à sua herança, e reedificaram as cidades, e habitaram nelas. Também os filhos de Israel partiram então dali, cada um para a sua tribo e para a sua geração; e saíram dali, cada um para a sua herança.

Naqueles dias não havia rei em Israel; porém, cada um fazia o que parecia recto aos seus olhos.”

Juizes 21:16-25

No último capítulo deste livro as coisas para o povo de Israel não diferem muito do resto do livro. Eles têm de sofrer as consequências das suas más escolhas e do facto de se terem afastado de Deus. Depois da chacina da maior parte da tribo de Benjamim, os israelitas vêm-se a braços com um problema delicado. Eles sabem que não devem eliminar completamente uma das suas tribos. No entanto não restam mulheres a Benjamim para que estes possam continuar como povo. A este pormenor acresce uma outra questão, as outras tribos haviam feito um juramento que jamais dariam das suas filhas à tribo de Benjamim. Como é que Benjamim continuaria a ser uma das tribos de Israel, se não existiam mulheres para casar com os poucos homens que haviam sobrado? A solução encontrada foi que estes benjamitas deveriam tomar esposas de surpresa, quando as moças solteiras saíam anualmente em celebração, provavelmente da festa dos tabernáculos (v. 21). A aprovação dos pais seria obtida depois do facto ter sido já consumado (v. 22). Isto aconteceu assim porque o juramento que o povo havia feito tinha sido feito num momento de fúria e, logo, foi pouco sábio. Nunca devemos tomar decisões importantes quando somos controlados por ira. Devemos buscar a face do Senhor, acalmar-nos e depois pensar no passo mais acertado a tomar. O versículo 25 diz-nos porque é que tudo isto acontecia assim, “cada um fazia o que parecia recto aos seus olhos.”   

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(Devocional) Sacrificios de Justiça – Sl. 4:1-5

Quarta-feira, 29 de Julho

Leitura Bíblica Diária: Salmos 1-55

Sacrifícios de justiça

“Ouve-me quando eu clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração. Filhos dos homens, até quando convertereis a minha glória em infâmia? Até quando amareis a vaidade e buscareis a mentira? (Selah.) Sabei, pois, que o Senhor separou para si aquele que lhe é querido; o Senhor ouvirá quando eu clamar a ele. Perturbai-vos e não pequeis; falai com o vosso coração sobre a vossa cama, e calai-vos (Selah). Oferecei sacrifícios de justiça, e confiai no Senhor.”

Salmo 4:1-5

Por vezes apenas queremos que alguém nos ouça. Mesmo quando todos estão longe, sabemos que Deus tem o poder de ouvir a nossa oração. Mas como ter a certeza? Deus sempre escuta o Seus filhos, quando estes O buscam com um coração sincero e de acordo com a Sua vontade. O v. 4, é muito interessante. Temos aqui uma ordem, “perturbai-vos”. Deus manda que nos perturbemos, mas acerca do quê? E por quanto tempo? O versículo fala sobre pecado. Precisamos de nos perturbar com o nosso pecado, a sua inutilidade, vergonha e consequências devem perturbar-nos. No entanto não se trata da perturbação destrutiva que nos leva a pecar. Devemos ficar de tal forma perturbados pelo pecado que isso nos leve a fazer algo para resolver o problema. O mesmo versículo diz-nos para ficarmos calados. Se quisermos resolver o problema do pecado que nos afasta de Deus, precisamos de ficar calados e dispostos apenas a escutar. Deus tem a solução para os problemas que nos afligem. Por vezes rodeamo-nos de ruídos que apenas servem para nos distrair de lidar com o essencial. Se é o seu caso, cale todas as vozes e escute a salvação de Deus. O povo de Israel levava a sério os sacrifícios que tinham de ser oferecidos de acordo com a lei. No entanto, os sacrifícios que Deus queria eram sacrifícios de justiça. Ou seja, Deus não aceita sacrifícios das mãos de quem ainda não nasceu de novo pelo sangue de Cristo. Quer agradar ao seu Deus? Ofereça-Lhe sacrifícios de justiça.    

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(Devocional) Cooperando com eles – Mc. 16:19-20

Terça-feira, 28 de Julho

Leitura Bíblica Diária: Marcos 165

Coperando com eles

“Ora o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus. E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Ámen.”

Marcos 16:19-20

Jesus tinha prometido que sinais muito específicos iam acontecer à medida que aqueles primeiros discípulos fossem obedientes ao mandato de ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda a criatura. Sabemos pela história que esses sinais se confirmaram. Esta passagem ensina-nos que essa era a forma do Senhor, mesmo não estando presente fisicamente, cooperar com o trabalho deles. Não devia ser fácil para aqueles discípulos ficarem agora sem o seu Mestre. Eles devem ter passado por grandes e difíceis emoções. Afinal eles eram apenas humanos imperfeitos. Mesmo assim foram obedientes e seguiram o modelo que lhes tinha sido deixado. Para nós, que seguimos a Jesus, 2000 anos depois destes eventos, as dificuldades são de outra ordem, mas não deixam de ter o seu grau de dificuldade. O mundo tem uma forma de fazer as coisas diferente daquela que sabemos ser a vontade do nosso Salvador. Como é que justificamos fazer escolhas segundo as Palavras de Jesus sabendo que serão muito poucos aqueles à nossa volta que vão entender? Muitos têm caído pelo caminho, incapazes de enfrentar as críticas ferozes de quem não crê naquele que aqui não está fisicamente. Passagens como esta devem animar-nos. Tal como aqueles discípulos, não estamos sós. O Senhor não está aqui fisicamente, mas coopera connosco sempre que buscamos a Sua perfeita vontade e permitimos que Ele viva em nós. Estamos a viver uma vida com a qual o Senhor pode cooperar?

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