(Devocional) Deus no centro da vida – 1Cr. 24:1-19
Este é um daqueles capítulos cheios de nomes e que facilmente nos faz lembrar de outras passagens, para nós, bem mais interessantes. Para o povo daquela altura estas listas eram muito importantes. Muito era o povo da classe sacerdotal (da tribo de Levi, ou da família de Aarão), apto para o trabalho no templo. Onde há um grande número de pessoas, aptas e prontas para trabalhar, é necessário introduzir ordem. Podemos ser levados a pensar que se juntarmos mais pessoas a um determinado serviço, que este se faz mais depressa. Multidão sem ordem gera confusão. Mas faça-se tudo decentemente e com ordem (I Co. 14:40). Assim sendo, o procedimento que foi seguido foi, em primeiro lugar, a organização dos nomes por famílias (v. 4). Depois, foram organizadas sortes (v. 5), hoje chamaríamos de sorteio. Este sorteio foi feito com toda a solenidade, com a presença do rei e do sumo-sacerdote (v. 6). Não há trabalho mais importante do que a obra do Senhor e esta merece todo o nosso respeito. De acordo com o sorteio, foi, então, definida a ordem pela qual os sacerdotes iriam fazer os sacrifícios diários no templo (v. 19). Isto implicava organização, mas também disciplina por parte dos sacerdotes seleccionados. Um sacerdote não poderia oferecer o incenso no dia marcado para que outro o fizesse. Também, um sacerdote não poderia marcar alguma outra actividade para o seu dia de sacrificar. O objectivo era garantir a continuidade dos sacrifícios ao Senhor. Toda a sua vida era organizada em torno do seu serviço para o Senhor. Temos, com certeza, lições a aprender com isto.
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