(Devocional) O livramento vem de Deus – Jz. 7:1-8

Sexta-feira, 17 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Juizes 6-10

O livramento vem de Deus

“Então Jerubaal (que é Gedeão) se levantou de madrugada, e todo o povo que com ele havia, e se acamparam junto à fonte de Arod; de maneira que tinha o arraial dos midianitas para o norte, pelo outeiro de Moré, no vale. E disse o Senhor a Gedeão: Muito é o povo que está contigo, para eu dar aos midianitas em sua mão; a fim de que Israel se não glorie contra mim, dizendo: A minha mão me livrou. Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for cobarde e medroso, volte, e vá-se apressadamente das montanhas de Gilead. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram. E disse o Senhor a Gedeão: Ainda muito povo há; faze-os descer às águas, e ali tos provarei: e será que, aquele de que eu te disser: Este irá contigo, esse contigo irá; porém, todo aquele de que eu te disser: Este não irá contigo, esse não irá. E fez descer o povo às águas. Então o Senhor disse a Gedeão: Qualquer que lamber as águas com a sua língua, como as lambe o cão, esse porás à parte; como também a todo aquele que se abaixar de joelhos a beber. E foi o número dos que lamberam, levando a mão à boca, trezentos homens; e todo o resto do povo se abaixou de joelhos, a beber as águas. E disse o Senhor a Gedeão: Com estes trezentos homens, que lamberam as águas, vos livrarei, e darei os midianitas na tua mão; pelo que toda a outra gente se vá, cada um ao seu lugar. E o povo tomou na sua mão a provisão e as suas buzinas, e ele enviou todos os outros homens de Israel, cada um, à sua tenda, porém os trezentos homens reteve: e estava o arraial dos midianitas abaixo no vale.”

Juizes 7:1-8

Deus preparava-Se para libertar Israel das mãos opressoras dos midianitas. Para tal, Deus escolheu Gedeão. Deus escolhe, frequentemente realizar a Sua obra maravilhosa através de mãos humana imperfeitas, mas que se submetem a Ele. Com Gedeão estavam 32000 homens. Apesar de ser um número bem inferior ao dos midianitas que se preparavam para defrontar, em caso de vitória, a tendência seria para exaltar o grande e heróico valor dos homens de Israel. Temos uma tendência para olharmos em demasia para o nosso suposto valor. O Senhor queria certificar-Se que isto não acontecia desta vez. Tratava-se, também, de um teste à confiança de Gideão. Nada nos é dito sobre as lutas interiores pelas quais ele passou. No entanto vemos que ele obedece a cada uma das instruções dadas por Deus. Ele aceita que a grande maioria do povo lhe volte as costas pois a sua confiança estava posta em Deus e não na quantidade de armas disponíveis para a batalha. Finalmente, Deus revelou a Sua forma de escolher os 300 com que Ele queria ganhar aquela grande batalha. Ao descerem para beber água, foram escolhidos aqueles que não se ajoelharam, mas que levaram a água à boca com o auxílio da mão. Provavelmente isto serviu para identificar aqueles que estavam a levar a situação a sério. Ao ajoelharem-se para beber, os soldados estavam a colocar-se completamente à mercê do inimigo. Ao permanecerem de pé, levando a água à boca, os 300 escolhidos demonstravam que estavam alerta e prontos para combater. Estamos também num importante combate.

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(Devocional) Malvado coração – Jr. 16:10-13

Quinta-feira, 16 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Jeremias 16-20

Malvado coração

“E será que, quando anunciares a este povo todas estas palavras, e eles te disserem: Por que pronuncia o Senhor sobre nós todo este grande mal? e qual é a nossa iniquidade, e qual é o nosso pecado, que pecámos contra o Senhor, nosso Deus? Então lhes dirás: Porquanto vossos pais me deixaram, diz o Senhor, e se foram após deuses alheios, e os serviram, e se inclinaram diante deles, e a mim me deixaram, e a minha lei não guardavam, E vós fizestes pior do que vossos pais; porque, eis que cada um de vós anda após o propósito do seu malvado coração, para me não dar ouvidos a mim. Portanto, lançar-vos-ei fora desta terra, para uma terra que não conhecestes, nem vós nem vossos pais; e ali servireis a deuses estranhos, de dia e de noite, porque não usarei de misericórdia convosco.”

Jeremias 16:10-13

Esta é provavelmente a parte mais difícil do evangelho. Se não fosse a acção de Deus, que nos vai abrindo os olhos, jamais seríamos sequer capazes o de reconhecer. O nosso coração é malvado continuamente. Não há bem nenhum em nós. Noutra passagem Jeremias escreve, “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas”. Aqui, o povo pergunta-se, porquê este julgamento tão duro? O que fizemos para merecer isto? Jeremias não esconde a verdade. Tudo o que fazem, fazem-no seguindo o vosso coração iníquo e não a vontade de Deus. Quanto mais cedo reconhecemos isto, mais cedo nos voltamos para aquele que nos pode dar um novo coração. Quanto mais cedo admitimos a malvadez que se esconde no nosso íntimo, mais cedo chegaremos à importante conclusão que o homem não precisa de reforma, mas sim de regeneração. E aqui chegamos à parte gloriosa do evangelho. Depois de reconhecermos a iniquidade do nosso coração e a impossibilidade de melhorarmos, por nós mesmos, a nossa condição, estamos prontos para nos encontrar Cristo. Ele é aquele que fez tudo o que não conseguíamos. Jesus viveu uma vida completamente sem pecado e oferece a Sua inocência em troca do nosso pecado. Jesus é o único caminho para a misericórdia de Deus. Aquela misericórdia que é negada por causa do pecado, está disponível pela justiça de Cristo. Não tenhamos ilusões. Continuamos a ter um inimigo que nos acusa. Mas em Cristo temos um advogado que nos defende.

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(Devocional) Pescadores de homens – Mc. 1:14-22

Quarta-feira, 15 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Marcos 1-55

Pescadores de homens

“E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galileia, pregando o Evangelho do reino de Deus, E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no Evangelho. E, andando junto do mar da Galileia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens. E, deixando logo as suas redes, o seguiram. E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco, consertando as redes. E logo os chamou. E eles, deixando o seu pai Zebedeu no barco, com os jornaleiros, foram após ele. Entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava. E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.”

Marcos 1:14-22

Pescadores de homens. Jesus quer tornar todos aqueles que o seguem em pescadores de homens. A humanidade foi criada por Deus e apenas em Deus tem o seu propósito. Esta mesma humanidade está afastada de Deus. De tal forma estão afastados do seu criador que os homens nem se apercebem disso. Aquilo que Jesus propõe àqueles homens simples é absolutamente maravilhoso. Eles poderiam ser usados por Deus para cumprir o seu mais elevado propósito – trazer de volta ao criador uma humanidade que, longe dele, se arrisca a falhar o seu verdadeiro propósito. Aquilo que naquele dia foi proposto àqueles homens é-nos hoje colocado. Todos os que dizem querer seguir nas pisadas do Mestre têm o privilégio (e o dever) de se tornarem pescadores de homens. Este não é um ministério para o qual sejamos atirados sem qualquer pensamento ou preparação. A todos os que salva, Jesus também molda. Somos um projecto especial dele e é o carácter dele que está a ser desenvolvido em nós. Tudo aquilo que passamos quando passamos tempo com Ele é usado para nos desenvolver. O que isto tem de melhor é que, apesar de no mundo haverem muitos professores, Jesus é o melhor de todos. Ele não ensina como os outros fazem, repetindo o que eles mesmos aprenderam. Jesus ensina com autoridade, pois Ele é o começo e o fim de todas as coisas. Se estamos nele, o nosso problema não é falta de ensino. O nosso problema é estarmos a escutar os professores errados.

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(Devocional) Toda a ciência dos egípcios – Act. 7:17-29

Terça-feira, 14 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Actos 6-10

Toda a ciência dos egípcios

“Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egipto; Até que se levantou outro rei, que não conhecia a José. Esse, usando de astúcia contra a nossa linhagem, maltratou os nossos pais, ao ponto de os fazer enjeitar as suas crianças, para que não se multiplicassem. Nesse tempo, nasceu Moisés, e era mui formoso, e foi criado três meses em casa do seu pai. E, sendo enjeitado, tomou-o a filha de Faraó, e o criou como seu filho. E Moisés foi instruído em toda a ciência dos egípcios; e era poderoso em suas palavras e obras. E, quando completou a idade de quarenta anos, veio-lhe ao coração ir visitar os seus irmãos, os filhos de Israel. E, vendo maltratado um deles, o defendeu, e vingou o ofendido, matando o egípcio. E ele cuidava que os seus irmãos entenderiam que Deus lhes havia de dar a liberdade pela sua mão; mas eles não entenderam. E no dia seguinte, pelejando eles, foi por eles visto, e quis levá-los à paz, dizendo: Varões, sois irmãos; por que vos agravais um ao outro? E o que ofendia o seu próximo o repeliu, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz sobre nós? Queres tu matar-me, como ontem mataste o egípcio? E a esta palavra fugiu Moisés, e esteve como estrangeiro na terra de Madian, onde gerou dois filhos.”

Actos 7:17-29

Estêvão continua a sua importante mensagem. Ele falava seguro de que aquela seria a sua última oportunidade de pregar a Cristo. Poderia também ser a última oportunidade para alguns dos seus ouvintes. Era importante que aqueles judeus entendessem que toda a a história de Israel conduzia a Cristo. Estêvão dedica uma parte importante da sua mensagem a Moisés. Este é uma das personagens mais respeitadas do judaísmo. Guiado pelo Espírito Santo Estêvão demonstra como a mais importante nação do mundo se tinha organizado para destruir os planos de Deus. O Egipto determinou que as crianças judias dos sexo masculino fossem mortas. Assim, em apenas algumas gerações a nação de Israel chegaria ao seu fim. O plano que tinha sido pensado para o mal, foi usado por Deus de uma forma grandiosa, para o bem do mundo inteiro. Uma das crianças rejeitadas pelos judeus, foi adoptada na família real do Egipto. Moisés foi assim educado em toda a ciência da mais avançada nação do mundo. Moisés foi preparado dessa forma para ser o líder que ia ser necessário que fosse e para ser usado por Deus para registar os cinco primeiros livros da nossa Bíblia. Fica assim provado que os melhores planos dos homens não se conseguem opor ao poder de Deus. A mensagem de Jesus não deixaria de ser pregada. Mesmo sendo rejeitado por muitos, Cristo não deixa de ser o salvador do mundo. Você está do lado certo desta história?

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(Devocional) Desobedecer é mais fácil – Jz. 1:21-36

Segunda-feira, 13 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Juizes 1-5

Desobedecer é mais fácil

“Porém, os filhos de Benjamim não expeliram os jebuseus que habitavam em Jerusalém: antes, os jebuseus habitaram com os filhos de Benjamim, em Jerusalém, até ao dia de hoje. E subiu, também, a casa de José a Betel e foi o Senhor com eles. E fez a casa de José espiar a Betel: e foi, dantes, o nome desta cidade Luz. E viram os espias a um homem, que saía da cidade, e lhe disseram: Ora mostra-nos a entrada da cidade, e usaremos contigo de beneficência. E, mostrando-lhes ele a entrada da cidade, feriram a cidade ao fio da espada: porém àquele homem e a toda a sua família deixaram ir. Então aquele homem foi-se à terra dos heteus, e edificou uma cidade, e chamou o seu nome Luz; este é o seu nome até ao dia de hoje. Nem Manassés expeliu os habitantes de Beth-sean, nem dos lugares da sua jurisdição; nem a Taanac, com os lugares da sua jurisdição; nem aos moradores de Dor, com os lugares da sua jurisdição; nem aos moradores de Ibleam, com os lugares da sua jurisdição; nem aos moradores de Megido, com os lugares da sua jurisdição: e quiseram os cananeus habitar na mesma terra. E sucedeu que, quando Israel cobrou mais forças, fez dos cananeus tributários: porém não os expeliu de todo. Tão-pouco expeliu Efraim aos cananeus, que habitavam em Gezer: antes, os cananeus habitavam no meio dele, em Gezer. Tão-pouco expeliu Zebulon aos moradores de Quitron, nem aos moradores de Naalol; porém os cananeus habitavam no meio dele, e foram tributários. Tão-pouco Aser expeliu aos moradores de Aco, nem aos moradores de Sidon: como nem a Acbal, nem a Acsib, nem a Chelba, nem a Afic, nem a Recob; Porém, os aseritas habitaram no meio dos cananeus que habitavam na terra: porquanto os não expeliram. Tão-pouco Naftali expeliu aos moradores de Beth-semes, nem aos moradores de Beth-anath; mas habitou no meio dos cananeus que habitavam na terra: porém, lhes foram tributários os moradores de Beth-semes e de Beth-anath. E apertaram os amorreus aos filhos de Dan, até às montanhas: porque nem os deixavam descer ao vale. Também os amorreus quiseram habitar nas montanhas de Heres, em Ajalon e em Saalbim: porém, prevaleceu a mão da casa de José, e ficaram tributários. E foi o termo dos amorreus desde a subida de Acrabim: desde a penha, e dali para cima.”

Juizes 1:21-36

O livro de Juízes, que hoje começamos a ler, trata de uma época bem demarcada da história de Israel. Após a morte de Josué, a intenção de Deus, várias vezes repetida através do ministério de Moisés, era de que o povo continuasse a ver Deus como o líder directo sobre eles. Não foi esse o caminho escolhido por Israel. Todo o livro de Juízes tem, assim, um timbre triste, por vermos o povo envolvido em confusões desnecessárias se eles tivessem continuado a servir fielmente a Deus. O Senhor sempre torna clara a Sua vontade imediata para os Seus servos e, desta vez, não foi excepção. A vontade expressa de Deus era que todos os povos que habitavam a terra de Canaã, que os judeus ocupavam, fossem destruídos. Era assim por duas razões óbvias. Em primeiro lugar porque eram nações iníquas, envolvidas em todo o género de imoralidade como sacrifícios humanos e adoração de demónios. Em segundo lugar, Deus queria proteger os israelitas de se misturarem e contaminarem com a imoralidade que ali existia. Nesta passagem vemos claramente como as diversas tribos desobedeceram directamente a Deus. Frequentemente acontece que é mais fácil desobedecer do que obedecer, mas isso não é desculpa para a desobediência. Por vezes parece impossível obedecer, como no caso da tribo de Dan (v. 34) que eram muito menos em número do que os amorreus que ocupavam a terra. A obediência é uma questão de fé em que os resultados são deixados nas mãos de Deus. 

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(Devocional) O sangue do Novo Testamento – Mt. 26:26-30

Domingo, 12 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Mateus 26-285

O sangue do Novo Testamento

“E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. E tomando o cálix, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até àquele dia em que o beba, de novo, convosco, no reino do meu Pai. E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.”

Mateus 26:26-30

Jesus deixou-nos até ao seu regresso com dois símbolos muito importantes e que comunicam ao mundo verdades espirituais profundas – a Ceia do Senhor e o baptismo. Sempre que celebram a Ceia do Senhor, os cristãos devem estar atentos aos símbolos que ali estão presentes. Os elementos da Ceia apontam-nos para o corpo de Jesus que foi entregue para que todos pudessem participar do Seu sacrifício e para o sangue de Jesus que foi derramado como preço aceitável diante de Deus pelos pecados de todos os que a Ele vão. Jesus chama ao Seu sangue o sangue do Novo Testamento (ou Nova Aliança). Desde os tempos de Abraão que o mundo aguardava com grande antecipação este tempo. Este é o tempo em que Deus vem habitar dentro do coração de todos os que nele confiam. Este é mesmo um tempo novo. Deus já não habita neste mundo apenas no templo em Jerusalém. A oferta do sangue de Cristo torna possível a habitação de Deus em todos os resgatados por Cristo Jesus. Isto só é possível através do sangue de Jesus e é isso que lembramos quando observamos a Ceia do Senhor. Por isso é que a Ceia não é observada com vinho fermentado (a Bíblia fala do pão e do cálice e nunca de pão e vinho). A fermentação na Bíblia é símbolo da corrupção do pecado. A Ceia do Senhor é realizada com o sumo do fruto da vide, o simples e puro sumo da uva, símbolo da pureza do sangue do Cordeiro de Deus.

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(Devocional) Maus e malditos – Jer. 11:1-10

Sábado, 11 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Jeremias 11-155

Maus e malditos

“A palavra que veio a Jeremias, da parte do Senhor, dizendo: Ouvi as palavras deste concerto, e falai aos homens de Judá, e aos habitantes de Jerusalém. Dize-lhes, pois: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Maldito o homem que não escutar as palavras deste concerto, Que ordenei a vossos pais, no dia em que os tirei da terra do Egipto, da fornalha de ferro, dizendo: Dai ouvidos à minha voz, e fazei conforme a tudo que vos mando; e vós me sereis a mim por povo, e eu vos serei a vós por Deus: Para que confirme o juramento que fiz a vossos pais, de dar-lhes uma terra que manasse leite e mel, como se vê neste dia. Então eu respondi, e disse: Amém, ó Senhor. E disse-me o Senhor: Apregoa todas estas palavras nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém, dizendo: Ouvi as palavras deste concerto e cumpri-as. Porque deveras protestei a vossos pais, no dia em que os tirei da terra do Egipto, até ao dia de hoje, madrugando, e protestando, e dizendo: Dai ouvidos à minha voz. Mas não ouviram, nem inclinaram os seus ouvidos, antes andaram, cada um, conforme o propósito do seu coração malvado; pelo que, trouxe sobre eles todas as palavras deste concerto que lhes mandei que cumprissem, mas não cumpriram. Disse-me mais o Senhor: Uma conjuração se achou entre os homens de Judá, entre os habitantes de Jerusalém. Tornaram às maldades dos seus primeiros pais, que não quiseram ouvir as minhas palavras; e eles andaram após deuses estranhos para os servir: a casa de Israel e a casa de Judá quebrantaram o meu concerto, que tinha feito com seus pais.”

Jeremias 11:1-10

Há duas coisas neste texto que nos devem levar a Cristo. A primeira é que todos temos um coração malvado. Não adianta olhar para este texto e estender aos judeus (a quem o Senhor se dirige) a nossa reprovação. Quem somos nós? Não somos igualmente culpados de ter um coração maldoso? Não nos acusa a nossa própria consciência? Temos em nós alguma inclinação natural para as coisas de Deus? Nem pensar! Ainda bem que Jesus veio ao meu encontro. No meu estado natural, nem me lembraria de procurar a justiça de Deus. A segunda coisa que neste texto nos leva a Cristo é a maldição que está sobre todos os que pecam contra o Criador que é santo. O pecado vai contra o âmago da natureza divina. Porque Deus é justo, todo o pecado precisa de receber a justa condenação. Aquele que está sem Cristo deve ler estas palavras com todo o peso que elas têm. Todo o pecado irá receber a sua justa condenação. Mas, maravilha de maravilhas, nenhuma condenação há para aquele que está em Cristo Jesus! Agora que estou em Cristo e leio sobre a maldição do pecado, regozijo-me naquele que suportou a maldição em meu lugar. Sei que toda a justa ira de Deus pelo meu pecado foi enfrentada por Jesus na Cruz. Isso deve produzir em mim alegria, mas também eterno agradecimento. Deus nunca mais olhará para mim com ira. Em Cristo vemos no rosto de Deus apenas amor e aceitação.

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(Devocional) Obedientes e agradecidos – Jos. 21:1-8

Sexta-feira, 10 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Josué 21-24

Obedientes e agradecidos

“Então os Cabeças dos pais dos levitas se achegaram a Eleazar, o sacerdote, e a Josué, filho de Nun, e aos Cabeças dos pais das tribos dos filhos de Israel; E falaram-lhes em Silo, na terra de Canaan, dizendo: O Senhor ordenou, pelo ministério de Moisés, que se nos dessem cidades para habitar, e os seus arrabaldes para os nossos animais. Pelo que os filhos de Israel deram aos levitas, da sua herança, conforme ao dito do Senhor, estas cidades e os seus arrabaldes. E saiu a sorte pelas famílias dos coatitas: e aos filhos de Aarão, o sacerdote, de entre os levitas, caíram por sorte, da tribo de Judá, e da tribo de Simeão, e da tribo de Benjamim, treze cidades; E aos outros filhos de Coath caíram por sorte, das famílias da tribo de Efraim, e da tribo de Dan, e da meia tribo de Manassés, dez cidades; E aos filhos de Gerson caíram por sorte, das famílias da tribo de Issacar, e da tribo de Aser, e da tribo de Naftali, e da meia tribo de Manassés em Basan, treze cidades; Aos filhos de Merari, segundo as suas famílias, da tribo de Ruben, e da tribo de Gad, e da tribo de Zebulon, doze cidades. E deram os filhos de Israel aos levitas estas cidades e os seus arrabaldes, por sorte, como o Senhor ordenara pelo ministério de Moisés.”

Josué 21:1-8

Os levitas não tinham herança em terras, mas tinha-lhes sido dada a melhor parte da herança. Era deles o privilégio de servir ao Senhor no tabernáculo (e depois no templo). Mesmo assim, estava previsto na vontade de Deus revelada a Moisés que recebessem, entre a herança dada aos seus irmãos, um certo número de cidades em que pudessem habitar. Agora que a terra tinha sido finalmente dividida pelas tribos, os levitas apresentam-se para lhes serem dadas as suas cidades. Pelo método de lançamento de sortes, são-lhes designadas um certo número de cidades em cada tribo. Mas há duas coisas que faltam neste texto. Em primeiro lugar faltam queixas por parte das tribos que têm de abrir mão de algumas das suas cidades. A Bíblia não tem qualquer palavra para dizer que eles se queixaram. Senhor, que eu possa ter a mesma atitude quando me pedes para abrir mão da minha vontade, por motivos que não entendo, para te poder servir melhor. Senhor perdoa-me por pensar que estarei melhor guardando o que me pedes para entregar do que no centro da tua vontade. Em segundo lugar, falta no texto insatisfação dos levitas por aquilo que receberam. Quantos de nós já demonstrámos falta de agradecimento por qualquer coisa recebida das mãos de Deus? Quantos de nós nos queixámos tendo a barriga cheia das bênçãos do Pai. Em Cristo não são todas as coisas minhas? Não sou eu co-herdeiro com o Filho de Deus? O que me falta se eu tenho Cristo?

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(Devocional) Perseveravam unanimemente – Act. 1:12-14

Quinta-feira, 9 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Actos 1-55

Perseveravam unanimemente

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, o qual está perto de Jerusalém, à distância do caminho de um sábado. E, entrando, subiram ao cenáculo, onde habitavam Pedro e Tiago, João e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o zelador, e Judas, de Tiago. Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com seus irmãos.”

Actos 1:12-14

Este momento marca claramente o começo de uma nova vida para os primeiros cristãos. Eles tinham acabado de ver Jesus voltar ao Céu, de onde tinha vindo. Agora tinham de aguardar a promessa do Espírito que lhes daria o poder que precisavam para fazerem discípulos em todo o mundo. Esta promessa do Espírito era algo que eles não sabiam o que era. Tudo era novo para eles. Tudo o que eles tinham era as palavras de Jesus. Mas isso era tudo o que eles precisavam. Assim, eles voltam para a comunhão dos discípulos, o grupo de crentes baptizados do qual eles mesmos faziam parte. Enquanto esperavam pelo que não entendiam o que é que eles faziam? Perseveravam unanimemente em oração. Quando não sabemos o que virá a seguir na nossa caminhada com Cristo, devemos esperar e orar. Ou seja, quando não sabemos o que fazer devemos fazer o que sabemos. Aquele grupo era, em si mesmo, um milagre de Deus. Para além dos apóstolos e de outros seguidores próximos de Jesus, vemos agora naquele corpo de crentes a mãe e os irmãos de Jesus (sabemos que pelo menos Judas e Tiago, irmãos de Jesus estão ali). Estes são os mesmos irmãos de Jesus que no início não creram nele e que lhe pediram que se fosse embora. Enquanto esperamos a vinda de Jesus, lembremo-nos que não há ninguém que esteja fora do alcance do amor de Deus.

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(Devocional) Herança graciosa – Jos. 16:1-4

Quarta-feira, 8 de Julho de 2015

Leitura Bíblica Diária: Josué 16-205

Herança graciosa

“Saiu, depois, a sorte dos filhos de José, desde o Jordão de Jericó às águas de Jericó, para o oriente, subindo ao deserto de Jericó, pelas montanhas de Betel; E de Betel sai a Luz, e passa ao termo dos arqueus, até Ataroth; E desce da banda do ocidente ao termo de Jafleti, até ao termo de Beth-oron de baixo, e até Gazer, sendo as suas saídas para o mar. Assim alcançaram a sua herança os filhos de José, Manassés e Efraim.”

Josué 16:1-4 5

Vemos aqui que a fidelidade de José continua a ser considerada e galardoada por Deus, mesmo após a sua morte. Porque tinha sido José a manter viva toda a família durante os anos de fome do Egipto, ambos os seus filhos seriam constituídos como chefes de tribos em igualdade com os seus tios. José recebe, portanto, uma porção dobrada. Podemos também considerar que o território recebido por estas duas tribos era das mais férteis e valiosas porções em toda a terra prometida. Tratavam-se de terras bem no centro de Canaã e conhecidas por serem de extrema qualidade. Será que José, na escuridão imunda daquela prisão no Egipto, onde passou anos de injusta punição, conseguia antecipar tudo isto? Certamente que não. A sua fidelidade a Deus não dependia da esperança de um galardão futuro. A fidelidade de José a Deus dependia do seu relacionamento com Ele. Não conseguimos ver o futuro e nem sequer sabemos as razões pelas quais passamos por aquilo que passamos. Há tanto que não sabemos que o único passo racional a dar é entregar-nos àquele que sabe todas as coisas. Enganamo-nos quando pensamos que sabemos e que temos tudo controlado. Esse orgulho – o orgulho do conhecimento – é ferramenta habilmente utilizada por quem nos quer fazer mal e pela carne que exige os seus direitos. Aqui temos um pequeno vislumbre do que pode vir a ser. Vale a pena entregar-nos a Deus e deixar Cristo ser todas as coisas.

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